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Do programa constam, para além de debates, trabalhos de grupo e mesas
redondas, as seguintes conferências:
DIA 18 - Abertura - por Mgr. Aldo Cavalli, Núncio Apostólico em Luanda. - Saudação aos Congressistas - por Dom Alexandre do Nascimento, Cardeal-Arcebispo de Luanda. - A Democracia e a Paz - Conferência pelo Dr. Paulo Tchipilica, Ministro da Justiça de Angola. - A Tolerância e a Paz - Conferência pelo Dr. Daniel Ntony Nzinga, do Conselho Mundial das Igrejas, em Angola. DIA 19 - O Ecumenismo e a Paz - Conferência pelo Padre Matteo Zuppi, da Comunidade de Santo Egídio, Roma. - Os Últimos Cinco Papas e a Paz - Conferência por Mons. Almeida Kanda, Vigário Geral da Diocese do Uíje. DIA 20 - Convenções de Genebra sobre a Guerra - Conferência pela Dra. Françoise Zamberlini, Delegada do CICR. - A Agressividade e a Paz - Conferência pelo Dr. Carlos Zasala, Presidente da Associação dos Psicólogos de Angola. DIA 21 - O Jornalismo e a Paz - Conferência pelo Padre António Jaka, Director da Rádio Ecclesia. - Os Direitos Himanos e a Paz - Conferência pelo Dr. Todd Howland, Chefe de Divisão para os Direitos Humanos da UNOA - Mensagem Conclusiva - D. Zacarias Kamwenho, Presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé e Príncipe. 9.- Textos para reflectir: "A guerra só leva à tragédia e ao desespero, semeando vítimas inocentes e destruindo vidas e casas, famílias e povos. Repito com urgência aquilo que disse tantas vezes no passado: é preciso procurar todas as alternativas à guerra". (Papa João Paulo II, Oss.Rom. 26.06.99) "A Igreja insiste que, se não houve possibilidade de imitar o começo da guerra, seja agora procurada a possibilidade urgente de lhe pôr fim. São tais os sofrimentos causados ao povo pelas atrocidades desta guerra que nenhuma consciência recta os pode aceitar" (CEAST) "Fechar as portas ao diálogo seria abri-las a uma guerra sem fim à vista, e governo algum pode aceitar um tragédia destaspara o seu povo, o qual é a razão suprema de ser de todo o Estado e de toda a política. As atrocidades perpetradas pela guerra de Angola parece que deixaram de ser notícia por deixarem de ser novidade. "E os crimes contra a humanidade não podem considerar-se assunto interno de uma nação"" (CEAST e João Paulo II) "Parafraseando João Paulo II, podemos afirmar que, no teatro da guerra em Angola, a honra dos Angolanos será salva por aqueles que falarem e trabalharem em nome da paz. Por isso, saudamos calorosamente todos aqueles que promovem iniciativas de paz, tais como aquelas que estão na linha do Movimento Pro Pace. (CEAST). |